Quando você pensa em contratar um plano de saúde, com certeza busca por segurança, bom atendimento e excelente estrutura, com hospitais, clínicas e laboratórios, certo? Os planos de saúde verticalizados vêm crescendo no mercado como uma alternativa para atender a esses objetivos.
Você sabe como funciona esse modelo? Leia este artigo e conheça os benefícios e desvantagens ao contratá-lo.
A verticalização acontece quando as operadoras de saúde investem em estruturas próprias, como hospitais, clínicas, laboratórios e outros serviços da área, ou quando os hospitais criam seus próprios planos de assistência médica.
Apesar de ser um modelo de gestão antigo, que surgiu na década de 80, quando alguns hospitais começaram a criar seus planos de saúde, a verticalização vem crescendo cada vez mais nos últimos anos devido aos altos custos da assistência e por oferecer muitos benefícios aos usuários.
Atualmente, a expectativa de vida é maior. Por isso, as pessoas precisam de mais assistência e tratamentos ao longo da vida, o que acaba consumindo o sistema de saúde. Outro detalhe são as inovações tecnológicas incorporadas aos procedimentos médicos, que obrigam as operadoras de saúde a se adaptarem ao novo cenário constantemente.
Diante dessas mudanças, a adoção de um novo modelo de saúde se faz necessário. Por isso, os planos de saúde verticalizados estão entre as maiores apostas para suprir as necessidades da população brasileira.
A operadora de saúde pode oferecer um atendimento multidisciplinar, uma vez que concentra todo o histórico de tratamentos dos pacientes. Dessa forma, pode ampliar a assistência aos consumidores, trabalhar com ações preventivas e evitar a ocorrência de doenças mais graves. Ao contrário da gestão horizontal, que possui as informações divididas, impedindo a visão holística do paciente.
Para que seus hospitais e clínicas prestem um serviço de qualidade, as operadoras adotam modelos e protocolos médicos em evidência, aceitos e recomendados por diferentes autoridades, como a Organização Mundial da Saúde e outros institutos respeitados.
Com as redes próprias, as operadoras conseguem cobrar um valor menor pelos planos de saúde verticalizados.
O beneficiário fica restrito para escolher os profissionais disponíveis no serviço próprio do plano de saúde.
A rede de médicos e especialistas disponíveis pode ser pequena, pois depende da disponibilidade em sua região.
Em Aracaju, a Hapvida é um exemplo de operadora de saúde com gestão verticalizada que tem se expandido na região. Atualmente, em todo o Brasil, são mais de 22.000 colaboradores diretos envolvidos na operação de 28 hospitais, 82 clínicas médicas, 19 prontos atendimentos, 88 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida Imagem) distribuídos em 12 estados onde a operadora atua com rede própria.
Os planos de saúde verticalizados são uma alternativa para facilitar, melhorar e baratear os custos de um plano de saúde no Brasil. Para as operadoras de saúde, é uma forma de controlar os custos da assistência e oferecer um melhor atendimento ao cliente, capaz de aumentar seu grau de satisfação e a carteira de clientes.
Então, o que você achou dos planos de saúde verticalizados? Esse é um modelo de gestão que pode trazer inúmeros benefícios para você e sua família. Por isso, é importante contar com a ajuda especializada de uma corretora para sanar suas dúvidas e saber a fundo se esse modelo é o ideal para as suas necessidades.
Precisa de ajuda? Conte com a Dosea Corretora para te ajudar a ter o melhor plano de saúde para você e sua família!